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Conheça 5 dicas para gerenciar ideias inovadoras no seu negócio

Por: Mutant, setembro 27, 2018

No contexto atual, marcado pela globalização e pela forte concorrência entre as empresas, ideias inovadoras são fundamentais não só para a sobrevivência de um negócio como para a expansão das atividades.

Ao buscar constantemente o aperfeiçoamento dos processos, a empresa atua no sentido de conquistar vantagens competitivas, melhor posicionamento no mercado, maior engajamento dos consumidores, além de aumento no faturamento e no lucro. Isso é, sem dúvida, o desejo de qualquer gestor, concorda?

Se você também quer tornar o seu negócio mais competitivo, confira a seguir 5 dicas para gerenciar ideias inovadoras!

1. Mobilize toda a empresa para a inovação

Uma das situações que causa grande frustração nos colaboradores ocorre quando eles dão sugestões de melhoria no trabalho e não são ouvidos. Quando isso acontece, é sinal de que a organização não está aberta ao aperfeiçoamento dos processos, seja por rigidez na estrutura da companhia, seja por falta de canais de comunicação entre direção e pessoal operacional.

Talvez você já tenha ouvido sobre casos em que um funcionário recém-contratado chega cheio de boas ideias, devido à experiência acumulada em outros empregos, mas logo é aconselhado a se “moldar” ao jeito de trabalhar da empresa atual.

Quando isso acontece, a companhia deixa de ganhar eficiência nos processos produtivos, o que pode atrapalhar os resultados financeiros do negócio. Afinal, quem não acompanha as evoluções do mercado tende a ficar estagnado num momento inicial e, depois, caminha para trás em termos de competitividade.

Para evitar que tudo isso ocorra no seu negócio, o recomendável é que a empresa promova uma cultura da inovação. Dessa maneira, as pessoas se sentirão à vontade para dar sugestões de melhoria nos processos e, com isso, elevar a eficiência das atividades e a qualidade dos produtos ou serviços, sem contar eventuais reduções de custo.

Como cada colaborador conhece a fundo as tarefas que precisa realizar, é mais provável que ele tenha observado oportunidades de melhorias na execução do trabalho. Assim, é importante que toda a empresa esteja mobilizada no desenvolvimento de ideias inovadoras. E como fazer isso na prática, você pode estar se perguntando, não é mesmo?

Saiba que, de caixas para coleta de sugestões de melhoria à realização de eventos internos próprios para o debate de possíveis inovações, as oportunidades de a empresa mobilizar a equipe e desenvolver na prática uma cultura voltada para o aperfeiçoamento contínuo são várias.

Hoje em dia, com as facilidades proporcionadas pela tecnologia, é possível dispor de ambientes virtuais em que os colaboradores podem atuar simultaneamente no desenvolvimento de inovações. Assim, o trabalho feito “a muitas mãos” tende a dar resultados satisfatórios, já que a soma de esforços contribui para acelerar a criação de melhorias.

Esse tipo de ação colaborativa atualmente já pode ser feito por meio de redes sociais corporativas, em que os colaboradores têm perfis semelhantes aos das redes sociais “comuns”. Em algumas situações, com uma ferramenta assim é possível que um funcionário tenha contato direto com o presidente da organização. Dessa maneira, a empresa pode colher ideias de negócios promissores e, assim, explorar economicamente as sugestões.

2. Crie uma “equipe da inovação” e delegue atividades para ela

Mesmo que toda a empresa esteja voltada para o aperfeiçoamento, é importante que haja uma equipe dedicada exclusivamente à inovação. Com ela, evita-se que as ideias se percam pelo caminho. Já imaginou o tanto de conhecimento e até de negócios inovadores que podem ser perdidos, só pelo fato de não haver registro das sugestões?

Saiba que, no contexto das organizações que aprendem, uma estratégia eficaz de sistematização de novos saberes é a criação de uma área de gestão do conhecimento na empresa. Por exemplo, o conhecido Modelo SECI, dos autores Hirotaka Takeuchi e Ikujiro Nonaka, prevê quatro etapas para a chamada “espiral do conhecimento”. Você já ouviu falar nela?

As quatro etapas são: socialização, externalização, combinação e internalização. Tal espiral se baseia, de modo geral, na transformação de conhecimento tácito (que não está expresso de modo formal) em explícito (devidamente registrado). Com isso, a organização colhe as boas ideias dos colaboradores, que antes ficavam restritas a eles, e dissemina as melhores práticas para toda a equipe.

O time responsável pelas ideias inovadoras pode, justamente, ficar a cargo de gerenciar o conhecimento interno. Para tanto, hoje em dia é possível contar com o auxílio de softwares voltados para o desenvolvimento de melhorias, de modo que as informações possam ser guardadas e utilizadas em diferentes momentos. Com isso, a empresa atua na prática para formar uma cultura de inovação.

3. Destine períodos para a “criação” das ideias

Muitas organizações até se mostram formalmente (no planejamento estratégico, por exemplo) inclinadas à inovação. Contudo, na prática, nem sempre existem oportunidades de criação de melhorias.

Para não cair nessa armadilha, a sua empresa deve destinar um tempo exclusivo para a geração de ideias inovadoras. Por exemplo, a técnica do brainstorming permite que os colaboradores exponham as próprias sugestões sem serem julgados por elas. De preferência, é interessante que essa ferramenta seja utilizada em grupos pequenos para que seja de fato proveitosa.

Num primeiro momento, todos os participantes podem dar ideias livremente. Já numa segunda etapa, é indicado selecionar aquelas que sejam mais viáveis para que sejam alvo de debate por parte da equipe, com o objetivo de “poli-las”.

É importante destacar que, de modo geral, as inovações podem ser classificadas em disruptivas, quando a criação é “do zero”, e incrementais, em que se aperfeiçoa algo já existente. Tanto um tipo quanto outro são relevantes para o crescimento de um negócio.

4. Controle e filtre as ideias inovadoras

Uma vez colhidas as ideias, é hora de selecionar algumas que serão testadas e, caso aprovadas, passarão a ser incorporadas aos processos rotineiros da empresa. Para tanto, a equipe responsável por esses testes deve dispor de metodologia adequada e indicadores confiáveis para mensurar a situação antes e depois da implementação das soluções.

Nesse sentido, pode ser útil a utilização do chamado modelo de “funil de desenvolvimento”, o qual pode ser representado por uma “boca larga”, para receber muitas ideias inovadoras, e um fundo estreito, em que só passarão as sugestões viáveis de serem implementadas. No meio do caminho, a organização pode estabelecer “filtros”, os quais servirão para selecionar o que é passível de desenvolvimento ou não. Com isso, a empresa evita desperdiçar recursos com ideias que não resultarão em melhorias.

Saiba que testes são bastante úteis para que a organização amadureça em termos de criação de inovações, sem contar que esse trabalho deixa a equipe mais propícia a ter insights para a melhoria dos processos em geral.

Lembre também que, caso as sugestões não sejam aprovadas, é necessário que elas sejam devidamente registradas em uma espécie de banco de dados para que sirvam de subsídios para futuras experiências. Assim, previnem-se retrabalhos. Além disso, o que hoje em dia pode ser algo inviável, no futuro, devido ao avanço da tecnologia, pode ser tornar até fácil de ser implementado.

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5. Verifique e monitore as ações

Quando uma mudança positiva ocorre num processo produtivo, é sinal de que houve uma melhoria. Entretanto, devido aos diferentes cenários passados por uma empresa, nem sempre uma inovação perdura por muito tempo com o nível de êxito esperado. Você já experimentou isso no seu dia a dia?

Dessa forma, a organização deve monitorar de forma constante os resultados obtidos nas mais diversas atividades para acompanhar o desempenho específico e geral do negócio. Afinal, às vezes uma situação pontual aparenta um output satisfatório, embora possa prejudicar a performance do produto ou serviço final, por exemplo, quando não agrega valor ao cliente.

Você já viu casos em que companhias incrementam demais os produtos, mas os consumidores não veem os avanços como benefícios? Por esse motivo, a sua empresa precisa controlar os resultados e, com isso, identificar oportunidades de melhoria com potencial de satisfazer às necessidades do público-alvo. Dessa maneira, o trabalho de geração de ideias inovadoras passa a ser mais focado na solução de problemas.

Como você pôde notar, aperfeiçoar os processos de um negócio requer uma postura proativa da alta direção para dar condições concretas de otimização dos resultados. Uma forma de fazer isso é trabalhar em parceria com empresas comprometidas em oferecer insights e propor melhorias para a implantação de uma gestão inovadora.

Assim, a organização aproveita o know-how de quem está acostumado a trabalhar com aperfeiçoamento de processos produtivos e evita desperdiçar tempo e dinheiro com mudanças que trazem pouco impacto positivo para o negócio.

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