Tecnologia

Entenda como a 4ª Revolução Industrial está mudando o mercado!

Por: Mutant, maio 28, 2019

A Revolução Industrial 4.0 provocou mudanças significativas no chão das fábricas: conectividade, tecnologias avançadas de análise de dados, computação cognitiva e diversos outros recursos que permitiram a criação de indústrias inteligentes e autônomas.

Mas o impacto da revolução vai muito além da eficiência produtiva. Todas essas transformações afetam o mercado como um todo: modelo de negócios, dinâmicas de trabalho, relações de consumo e, também, a experiência do cliente.

Quer entender melhor o que é a Revolução Industrial 4.0 e conhecer as novidades que ela traz para o mercado? Continue a leitura e veja um panorama completo sobre assunto!

O que é a Revolução Industrial 4.0?

Também conhecida como Indústria 4.0, essa etapa da revolução é baseada em fábricas inteligentes, capazes de operar de maneira autônoma.

Isso acontece por causa da conexão entre os universos físico, digital e biológico proporcionada pelos avanços em tecnologia. Esses recursos descentralizam o controle dos processos e garantem inteligência para que as máquinas agendem manutenções, prevejam falhas e se adaptem às mudanças não planejadas.

Parece coisa de ficção científica ou algo para um futuro bem distante, não é mesmo? Mas não é! O impacto dessa modernização é semelhante ao já vivenciado com a transformação digital nas empresas. A Indústria 4.0 agora se beneficia com processos de produção e logística cada vez mais rápidos, autônomos, eficientes e até customizáveis.

Essa revolução é baseada em alguns princípios básicos. Veja quais são eles a seguir.

Interoperabilidade

Pessoas, máquinas, dispositivos e sensores se comunicam entre si por meio da Internet of Things (IoT) e da Cloud Computing. A troca de informações é constante e gera dados para a indústria ser, de fato, inteligente.

Capacidade de operação em tempo real

Dispositivos inteligentes e interconectados coletam e entregam dados interpretados em tempo real. Com isso, as tomadas de decisões são imediatas.

Virtualização

Sensores de dados instalados por toda a fábrica permitem a criação de uma cópia virtual da indústria. Assim, é possível fazer monitoramento remoto de todos os processos, prever falhas e realizar manutenções preditivas.

Descentralização de processos

Os comandos não precisarão mais ser dados por um humano para a indústria funcionar. Com a descentralização dos processos, o próprio sistema conseguirá tomar decisões, em tempo real, com base nas necessidades produtivas, a fim de aprimorar a operação.

Orientação a serviços

Aliado ao conceito de Internet of Services (IoS) — Internet dos Serviços —, softwares extraem dados e fazem análises de como os dispositivos estão funcionando e o que eles estão fazendo. Assim, é possível padronizar processos específicos e controlar atividades para garantir rentabilidade máxima.

Modularidade na produção

A modularidade traz flexibilidade para alterar os parâmetros de produção de acordo com a demanda. Na prática, é isso que permite uma abordagem one to one, com a customização de itens e a criação de novos mercados.

Como visto até aqui, são os sistemas inteligentes que estão revolucionando os processos de toda a cadeia produtiva. Mas, para entender melhor como chegamos ao modelo que temos hoje, é importante fazer uma análise histórica de todas as revoluções industriais. Assim, você terá uma visão mais ampla dos impactos que essas transformações podem trazer para a sociedade.

Quais foram as revoluções desde o século XVIII?

Uma revolução industrial é caracterizada por um conjunto de mudanças radicais no processo produtivo, as quais impactam diretamente no cenário econômico e social. Desde o século XVIII, aconteceram quatro viradas marcantes que transformaram significativamente o modelo operacional das indústrias. Entenda!

Primeira Revolução Industrial

Você já pensou no trabalhão que era produzir as roupas lá em 1780? Havia necessidade de colher o algodão, descaroçar, limpar, fiar e tear para, enfim, transformar o tecido em vestimentas. Tudo isso de modo artesanal! Além de custos e tempo de produção elevados, a dependência de animais para locomoção deixava a logística bem limitada.

A grande virada aconteceu em 1784, quando a energia a vapor foi adotada para mecanizar boa parte do processo. Assim, a produção ganhou escala, houve aumento da eficiência têxtil e os meios de transporte a vapor facilitaram a locomoção de insumos e produtos. A indústria surgiu aí, e essa foi a primeira etapa do seu processo evolutivo.

2ª Revolução Industrial

Essa segunda fase só aconteceu quase 100 anos depois, em 1870. Enquanto, na primeira, a virada se deu graças à energia a vapor, a segunda ascendeu por causa da eletricidade e das fontes de combustíveis fósseis.

Mas o grande marco mesmo foi a implementação de um novo modelo produtivo: linhas de montagem mecanizadas. Em 1903, Henry Ford desenvolveu um sistema de trabalho industrial para agilizar a fabricação do automóvel — o Ford T, primeiro carro do mundo produzido em série.

Funcionava assim: o veículo se deslocava pela fábrica em uma espécie de esteira e, durante esse percurso, cada operário era responsável por executar uma etapa do processo produtivo.

Com a padronização dos procedimentos e as máquinas ditando o ritmo de trabalho, teve início a fabricação de produtos em larga escala, de maneira bem mais rápida e barata. Depois disso, veio a produção em massa de eletrodomésticos, bens de consumo, comida enlatada etc.

3ª Revolução Industrial

Por volta de 1960, a indústria passou por mais uma grande revolução: a digital. Computadores, redes, tecnologias da informação, robôs industriais e o Controlador Lógico Programável (CLP) — computador com aplicação industrial que controla processos repetitivos de produção — permitiram a automatização de diversas operações.

Assim, as linhas de produção se tornaram ainda mais eficientes, pois parte do trabalho braçal foi substituído pela ação das máquinas. Em 1990, surgiu também a internet, que facilitou o acesso às informações e, em 1995, as redes sociais começaram a engatinhar.

4ª Revolução Industrial

O termo foi usado pela primeira vez em 2011, na Feira de Hannover, um evento sobre automação industrial realizado na Alemanha. A 4ª Revolução Industrial nasceu por causa da imensa quantidade de informações digitalizadas e dos avanços no campo da inteligência artificial. Com isso, a fábrica ganhou autonomia na operação.

Agora, sistemas ciberfísicos — conhecidos como CPS, sigla para Cyber-Physical System — combinam tecnologias cibernética, mecânica e eletrônica para promover uma sinergia entre os mundos virtual e físico, a fim de melhorar o desempenho de fabricação.

Tecnologias habilitadoras — como IoT, Cloud Computing, Big Data e Data Analytics — conectam pessoas e dispositivos, o que permite integração de processos e operações instantâneas e guiadas por dados. Com tanta inovação, a indústria se beneficia com:

  • ganho de produtividade;
  • aumento da segurança;
  • eliminação de erros e desperdícios;
  • redução de custos operacionais;
  • transparência nos negócios;
  • personalização em escala.

O que a Indústria 4.0 traz de novo para o mercado?

Estamos tratando de um modelo de negócios inovador, em que a inteligência é utilizada para otimizar processos internos e aumentar toda a eficiência operacional de qualquer empresa. Veja, a seguir, algumas transformações significativas trazidas pela Revolução Industrial 4.0.

Modernização nas dinâmicas de trabalho

Com fábricas e empresas cada vez mais automatizadas, tarefas repetitivas e manuais agora são executadas por máquinas. Por essa razão, alguns cargos já estão desaparecendo e muitos outros ainda vão sumir.

De acordo com estudo feito pela consultoria Ernst & Young, um em cada três postos de trabalho serão substituídos por tecnologia inteligente até 2025. Mas isso não significa que não haverá mais atuação humana.

Dados do relatório “The future of Jobs” — o futuro dos empregos —, elaborado pelo Fórum Econômico Mundial, revelam que, até 2022, 75 milhões de empregos vão desaparecer. Por outro lado, 133 milhões de novos postos serão criados por causa da tecnologia.

As profissões do futuro vão ganhar espaço, e será crescente a demanda por trabalhadores multidisciplinares e especializados em áreas como: pesquisa e desenvolvimento, análise e segurança de dados, inteligência artificial, robótica, nanotecnologia, design para impressão 3D e design para realidade virtual — isso para citar apenas alguns exemplos.

Como boa parte dos processos pode ser acompanhada remotamente, por meio da internet, ainda há o crescimento na demanda por trabalho na modalidade home office. Isso eleva a qualidade de vida dos trabalhadores, reduz ainda mais os custos operacionais da empresa e aumenta a produtividade das equipes.

Sustentabilidade em pauta

Ser sustentável significa empregar esforços para minimizar os impactos negativos que uma empresa pode gerar nos âmbitos social, ambiental e econômico. Como a Indústria 4.0 é pautada na produção inteligente, ela tem um potencial positivo para todas essas frentes. Entenda quais são os principais impactos:

  • social – ambiente de trabalho seguro, salários justos, melhoria da qualidade de vida dos funcionários etc.;
  • ambiental – economia de energia, otimização de recursos, dimensionamento adequado de insumos, o que evita desperdícios, entre outros;
  • econômico – geração de empregos, redução de custos, promoção de lucro e assim por diante.

Aliás, vale lembrar que os clientes estão em uma onda de consumo consciente. Portanto, esse é um diferencial competitivo para as empresas. De acordo com uma pesquisa realizada pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), 87% dos brasileiros preferem comprar de negócios sustentáveis.

Mudanças na relação de consumo

Antes, a indústria ditava tendências e influenciava o comportamento de compra dos clientes. Agora, o caminho é inverso: são os desejos e as necessidades de cada consumidor que moldam os produtos e as estratégias das empresas.

A Indústria 4.0 colocou o consumidor no centro da cadeia produtiva. Ele atua como fornecedor de insights para o aperfeiçoamento de produtos e serviços e, por consequência, influencia na lucratividade do negócio.

Demanda por produção customizada

Com a fabricação de produtos sob demanda, a produção é dimensionada de acordo com as necessidades de vendas. Por isso, não há desperdícios e ainda é possível personalizar os itens.

Apesar de a customização já ser realidade em várias indústrias, a capacidade de escalar e individualizar ao mesmo tempo é bem limitada. É por isso que os avanços da Indústria 4.0 são benéficos.

A conectividade reduz a distância entre o consumidor final e a fábrica, permitindo que o cliente seja cocriador dos seus próprios produtos e tenha uma experiência única e diferenciada.

Com a modularidade na indústria, as máquinas têm flexibilidade e são autoajustáveis para produzir de acordo com as preferências e a necessidade de cada consumidor, sem perder a eficiência produtiva.

Evolução no relacionamento com o cliente

O consumidor não está mais exigente apenas com a qualidade dos produtos, mas sim com relacionamento com a empresa durante toda a sua jornada. O cliente quer atendimento rápido, personalizado e, principalmente, omnichannel.

Os recursos que emergiram com a Revolução Industrial 4.0 são capazes de alinhar os processos internos às necessidades do cliente. Soluções como chatbot, URA humanizada e Speech Analytics, por exemplo, conseguem antever as intenções do consumidor para oferecer um tratamento adequado.

Apesar de existir uma certa resistência dos negócios brasileiros em migrarem para o modelo de indústria 4.0, não há para onde correr. Essa mudança é inevitável e também necessária para ganhar competitividade e, por consequência, garantir a sobrevivência das empresas.

Como manter seu negócio a par das demandas da modernidade?

A Revolução Industrial 4.0 exige que você envolva inteligência em todas as etapas dos processos internos e externos. Portanto, não tem jeito: é necessário investir em tecnologias para identificar tendências de negócio e apostar em inovações para a sua empresa.

Você se lembra do que aconteceu com a Kodak? A empresa já foi monopólio no mercado de fotografias, mas ficou com medo de inovar e acabar com o próprio império que criou.

Ao contrário do que muita gente pensa, ela previu sim a chegada da câmera digital e, inclusive, criou o primeiro modelo. A empresa faturou em cima da patente até 2007, quando o registro expirou.

O problema é que os executivos da Kodak barraram o lançamento da inovação, com medo disso canibalizar o mercado de filmes e revelação, que, até então, era o que mais rendia para a companhia.

Por algum tempo, essa estratégia até deu certo. Mas anos depois, o atraso cobrou o seu preço. A Kodak até tentou correr atrás do prejuízo, mas foi engolida pela concorrência. Com câmeras e filmes saindo do mercado, a maior parte do rendimento da empresa começou a vir do licenciamento de patentes, e não mais de produtos e serviços.

Então, em 2012, a companhia começou a vender suas patentes para arrecadar dinheiro e pediu concordata.

Moral da história: você não pode esperar pelo futuro para fazer mudanças na sua empresa. É necessário investir em tecnologias como Business Intelligence (BI) para detectar novos movimentos do mercado e alterações no comportamento do consumidor e obter insights. Isso dará a você um norte para seguir. Com dados concisos em mãos, fica mais fácil alocar investimentos para soluções que, de fato, garantirão resultados positivos para o seu negócio.

E não importa o porte da sua empresa, viu? Qualquer negócio corre o risco de falir se ficar parado no tempo. Além disso, é importante quebrar o mito de que a tecnologia é cara demais. Esses recursos servem para reduzir custos operacionais e otimizar processos, o que resulta em crescimento de receita. Portanto, não é gasto, e sim investimento.

Digitalização e inteligência: como as indústrias 3.0 e 4.0 convergem hoje em dia?

A Indústria 3.0 trouxe a digitalização dos processos. Com isso, tudo é transformado em dados. A Indústria 4.0 agregou inteligência nesse contexto, visando tratar as informações, transformá-las em conhecimento estratégico e garantir autonomia para as máquinas operarem com base em conhecimento.

A Indústria 3.0, na verdade, não morreu. Ela apenas incorporou um conjunto de tecnologias inteligentes e evoluiu para o modelo 4.0. Afinal de contas, sem a digitalização, não existiriam dados para a inteligência operar.

As redes sociais, por exemplo, surgiram na era 3.0. Hoje, elas são as fontes mais valiosas de dados para entender o comportamento do cliente e identificar as tendências de consumo.

Quais são as tecnologias da Indústria 4.0?

Foram as novidades tecnológicas que provocaram a Revolução Industrial 4.0, mas elas não são aplicadas apenas nas fábricas. Todas essas inovações aumentam a eficiência do mercado como um todo. Portanto, é importante conhecer e incorporar alguns pilares tecnológicos da Indústria 4.0 no seu negócio. Veja quais são eles.

Rastreabilidade

Essa tecnologia é utilizada para acompanhar o ciclo de vida do produto, desde a criação até o descarte. Na prática, é isso que permite o controle de qualidade das mercadorias, pois todas as etapas da produção são registradas e monitoradas.

Dá para consultar a procedência da matéria-prima, os componentes do material, a validade. Com isso, fica mais fácil de identificar produtos danificados e a origem da falha no processo de fabricação.

Realidade aumentada

A realidade aumentada proporciona uma interação entre o mundo físico e os espaços virtuais. Assim, é possível sobrepor elementos gerados por um computador em um ambiente real. A visualização é feita por meio de dispositivos especiais, como óculos de realidade aumentada ou smartphones e tablets.

Um exemplo de utilização dessa tecnologia é o que faz a rede de móveis sueca Ikea. Ao utilizar o aplicativo da marca, juntamente com a câmera do celular, os clientes conseguem ver como ficariam os móveis dentro da própria casa e avaliar se eles cabem no espaço ou mesmo se combinam com a decoração.

O recurso ainda pode ser utilizado em marketing de experiência, jogos, turismo, arquitetura, planejamento urbanístico, medicina, enfermagem, educação e diversos outros setores do mercado.

Visão artificial

Com normas regulamentadoras cada vez mais rígidas e consumidores bastante exigentes, garantir a qualidade dos produtos fabricados têm se tornado uma prioridade na indústria. Inspecionar a produção é uma das aplicações da visão artificial.

Funciona assim: câmeras industriais e sistemas de iluminação capturam e tratam imagens da linha de produção em tempo real. Se a qualidade não estiver assegurada, é possível emitir um alerta, a fim de parar a produção, descartar os produtos despadronizados e fazer os ajustes necessários para retomar o processo.

Internet of Things (IoT)

Traduzido para o português, a Internet das Coisas conecta objetos físicos, ambientes e máquinas à internet. Esse processo permite a coleta e a troca de dados entre dispositivos para coordenar ações. Na indústria, no varejo, na saúde e em diversos outros setores do mercado, a tecnologia pode ser utilizada nas seguintes frentes:

  • manutenção preditiva – previsão de falhas em equipamentos;
  • inteligência de demanda e controle de estoque;
  • logística inteligente – monitoramento e otimização de rotas;
  • controle de consumo de energia;
  • acompanhamento do fluxo de clientes dentro de uma loja.

Pense em um elevador que faz análise preditiva e avisa à prestadora de serviços que o equipamento necessita de manutenção. O ar-condicionado do escritório que identifica a sua aproximação no trabalho e liga antes de você chegar, já deixando o ambiente na temperatura certa. Esses são alguns exemplos de aplicação da IoT.

Os wearables também são tecnologias baseadas na Internet das Coisas. Dispositivos vestíveis como smartwatches, tênis com sensores e até rastreadores de saúde se conectam à internet para trocar informações em tempo real.

Cloud Computing

A computação na nuvem permite o armazenamento e o acesso remoto a softwares e arquivos e ainda processa dados por meio da internet. Tudo isso sem a necessidade de instalação de programas no computador nem de expansão da capacidade de armazenamento no servidor local.

Esse recurso é fundamental na Indústria 4.0, pois ajuda os negócios a se adaptarem melhor às mudanças tecnológicas, além de garantir velocidade de processamento. Os principais benefícios são:

  • agilidade no compartilhamento de informações;
  • integração de dados;
  • monitoramento remoto;
  • economia de hardware, porque a indústria paga apenas pelo serviço utilizado.

Cyber Security

Com tantas informações trocadas pela internet e dados armazenados na nuvem — a maioria deles, sigilosos —, a necessidade de proteger a infraestrutura contra ameaças cibernéticas é real, mas também desafiadora. Criptografia avançada, blockchain, biometria de voz e reconhecimento facial são algumas tecnologias que podem ajudar a resolver essa questão.

Big Data e Data Analytics

O Big Data é um sistema inteligente que coleta, armazena e processa um grande volume de dados estruturados e não estruturados. Já o Data Analytics examina todas essas informações para transformá-las em conhecimento de valor para o negócio.

Esses sistemas conseguem identificar falhas nos processos produtivos e tendências e até fazem recomendações para otimizar as operações e melhorar o desempenho da indústria.

Manufatura aditiva

Esse é um processo que cria uma cópia tridimensional de produtos ou peças por meio da impressão 3D. Além de facilitar a prototipagem de novos itens, esse recurso permite a fabricação de elementos difíceis de serem produzidos com processos convencionais. E tem mais: a manufatura aditiva garante a fabricação de modelos personalizados e em larga escala.

A Revolução Industrial 4.0 agregou inteligência às fábricas, para aumentar a eficiência produtiva e alinhar os processos às expectativas do consumidor. Por meio das tecnologias habilitadoras, agora, tudo está conectado. E não adianta resistir: quem não acompanhar o movimento, está colocando em risco a sobrevivência do próprio negócio.

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